A soldagem parece simples: aquece com o maçarico, encosta o metal de adição e pronto.
Mas quando há vazamento de verdade, nove em cada dez vezes ele está na junta soldada. A unidade nova é montada, o teste de pressão passa sem problema, e depois de um ou dois anos começa a vazar devagar: retrabalho, solda de reparo, prejuízo, e o cliente vai embora.
Por quê? Porque a junta soldada é a parte interna que ninguém vê. Na superfície, um cordão de solda cheio; por dentro, talvez só uma película, ou até vazios.
O chato do vazamento é que ele não acontece de uma vez. Hoje um pouco, amanhã um pouco, a pressão cai devagar, a refrigeração piora devagar, e quando você percebe, o custo do fluido refrigerante, as horas de trabalho e a cara do cliente já foram todos embora junto.
Começar a soldar com camada de óxido e sujeira de óleo na boca do tubo: o metal de adição não adere, e depois de soldar parece redondo, mas por dentro é uma casca vazia.
O procedimento correto: lixar com lixa ou escova de aço a parte interna e externa da boca do tubo até ficar brilhante, e passar um pano limpo. Dois minutos de trabalho, não reclame do incômodo.
Um lembrete de passagem: se estiver com óleo nas mãos, não toque na boca do tubo; o óleo carboniza e o metal de adição não consegue aderir de jeito nenhum.
Tubo de cobre guardado por muito tempo ganha uma camada de óxido na superfície, de cor escura. Essa camada parece insignificante, mas o metal de adição simplesmente não adere. Lixar até brilhar não é para ficar bonito, é para o metal de adição realmente se fixar no tubo.
A soldagem depende da capilaridade: o metal de adição penetra na fresta. Fresta pequena demais, não entra; grande demais, não preenche.
O valor de referência do setor é de 0,05 a 0,2 milímetro, ou seja: o tubo entra com um pouco de esforço girando, mas não fica tão solto que caia sozinho.
Flangeamento exagerado, tubo inserido torto: tudo isso é prenúncio de vazamento.
Aqueça primeiro o tubo, deixando o calor ir da boca para dentro, e depois deixe o metal de adição ser sugado. Encostar o metal de adição direto na chama é o erro mais comum.
Quanto à temperatura, o ideal é quando o metal de adição começa a fluir. Passou do ponto, o tubo de cobre descasca; ficou abaixo, o metal de adição não flui e a junta fica cheia de poros.
O iniciante tem outro vício: cravar a chama num ponto só; em cima fica branco de tão quente, embaixo continua frio. A chama precisa ir e vir, aquecendo toda a volta por igual.
O tubo de cobre oxida assim que é aquecido, e a parede interna ganha uma camada preta. Essa camada preta entra no sistema, entope o filtro, desgasta as palhetas da válvula, e o problema não tem fim.
Em sistemas R410A, R32 e similares, passar nitrogênio antes de soldar e só cortar o gás depois que o tubo esfriar é regra obrigatória.
Quem acha incômodo e não faz está plantando uma bomba no sistema, que vai explodir mais cedo ou mais tarde.
O fluxo de nitrogênio também não precisa ser grande; basta sentir o gás saindo na outra ponta do tubo. O importante é não interromper em momento algum.
Terminou a solda, três coisas:
Muitos retrabalhos vêm de testes de pressão encerrados em uma hora. Pequenos vazamentos só aparecem com tempo; uma hora não é suficiente.
Para o teste de pressão há um método simples: tire uma foto do manômetro e outra no mesmo horário no dia seguinte; comparar é bem mais confiável do que avaliar a olho nu.
Tubo de cobre com tubo de cobre: use vareta de cobre-fósforo, que já traz fundente, prático. Tubo de cobre com tubo de aço ou peças de latão: use vareta à base de prata com fundente.
Comprar o material de solda errado deixa o cordão sem resistência suficiente e, cedo ou tarde, vaza. Não olhe só o preço; veja a classificação e a aplicação.
Depois de soldar, não pegue o tubo com a mão às pressas. Além do risco de queimadura, o suor e a oleosidade da mão voltam a contaminar. Deixar esfriar naturalmente é o melhor.
O cordão de solda é assim: economiza-se na hora de soldar e se gasta depois. Você tem algum serviço que voltou por causa de solda? Entre em contato conosco e alerte os colegas do setor.
5 sinais para saber se o filter drier precisa ser trocado: entrada quente e saída fria, compressor ligando e desligando com frequência, visor de líquido embaçado, bloqueio por gelo recorrente, falhas na troca de estação.
Leia mais
Novo refrigerante não é só trocar o fluido: pressão, materiais e limpeza precisam ser revalidados; uma lista de verificação com 5 itens ajuda a evitar erros.
Leia mais
O heat pump não é delicado; as condições de operação são mais severas que as do ar-condicionado: critérios técnicos de seleção de filter drier, gas-liquid separator, liquid receiver/oil separator.
Leia maisNome da empresa:Kilterra Technology Co., Ltd.
Data de fundação:14 de janeiro de 2008
Representante legal:He Kang
Capital registrado:10 milhões de RMB
Tipo de empresa:Sociedade anônima (não listada, de investimento ou controle de pessoas físicas)
Setor:Fabricação de equipamentos de uso geral / Fabricação de equipamentos de refrigeração e ar-condicionado
Endereço:Nº 8, Rua Chusiwan, Bamao, Condado de Xinchang, Shaoxing, Província de Zhejiang